Sistema de gestão do PEI para escolas

Escreva o PEI, execute e mostre o progresso.

O Trylha PEI conduz sua equipe em cada etapa do atendimento aos alunos de inclusão, do estudo de caso ao relatório bimestral, com a técnica embutida e o registro de tudo. Construído a partir da legislação brasileira vigente e de evidência científica publicada.

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14 dias, todas as funções, sem cartão de crédito. Só o CNPJ da escola.

Painel de gestão do Trylha PEI, com o total de alunos, PEIs ativos, estudos de caso, objetivos atingidos, o aviso de monitoramento e as próximas reuniões agendadas.

O problema raramente é falta de vontade. É não saber por onde começar.

A escola tem vários alunos de inclusão, cada um com um conjunto diferente de demandas. Falta clareza sobre o que o plano precisa conter, sobre quem decide o quê e sobre o que a escola deve registrar. Ao mesmo tempo chegam orientações de todos os lados, e boa parte delas pressupõe um atendimento individual que nenhuma escola comporta.

Sem ponto de partida

Muitos alunos, muitas demandas, e nenhuma clareza sobre o que o plano precisa conter.

Exigência que mudou

O Decreto nº 12.686/2025, alterado pelo nº 12.773/2025, tornou obrigatório um documento individualizado de natureza pedagógica, derivado do estudo de caso e com atualização contínua.

Nada registrado, nada demonstrável

Sem acompanhamento, a escola não sabe se o plano funcionou, e não tem o que apresentar quando a família pergunta.

A técnica fica no sistema. A decisão continua sendo da escola.

O Trylha PEI conduz a equipe pelas etapas do atendimento ao aluno de inclusão: o estudo de caso, a escrita do Plano Educacional Individualizado e o acompanhamento de cada objetivo ao longo do ano.

Na escrita do PEI, a escola conta com um banco de objetivos mensuráveis e com as habilidades da BNCC, organizados por área e em sequência de ensino, além de orientação em cada escolha: o que é, quando usar e o que considerar. O alinhamento à BNCC segue o que determina a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva: a Base aplica-se também aos alunos de inclusão.

O sistema oferece a estrutura, os modelos e a sugestão; quem conhece o aluno decide. O resultado é um padrão único para toda a escola, com registro de cada etapa.

Da primeira observação ao relatório do bimestre, sem ponta solta.

O trabalho acontece em quatro etapas encadeadas. Cada uma alimenta a seguinte, e as reuniões atravessam todas.

  1. 1

    Estudo de caso

    A etapa inicial, de onde o plano deriva. A escola registra as demandas e as barreiras do aluno, analisa o contexto escolar, identifica potencialidades e demandas de apoio, e define estratégias e recursos de acessibilidade. É a estrutura que o Decreto nº 12.686/2025 estabelece para o estudo de caso, e o sistema conduz a equipe por cada uma dessas partes.

    Tela de criação do estudo de caso no Trylha PEI, com a citação do Decreto nº 12.686/2025 e a orientação de que a barreira está no contexto, não no aluno.
  2. 2

    PEI

    Com o estudo de caso pronto, a escola escreve o Plano Educacional Individualizado. Os objetivos são mensuráveis: cada um define o que se espera, como será medido, de onde o aluno parte, aonde deve chegar e em que prazo. A equipe parte de um banco de objetivos e das habilidades da BNCC, organizados por área e em sequência de ensino, com orientação em cada escolha.

    Objetivo do PEI no Trylha PEI, com linha de base, objetivo mensurável, critério de sucesso, método de avaliação, frequência de monitoramento, prazo, responsáveis e a habilidade da BNCC correspondente.
  3. 3

    Monitoramento

    O PEI não termina quando é escrito. Quem está com o aluno registra só o número, porque o objetivo já sabe o que está sendo medido, e leva segundos. Quem acompanha vê o gráfico com a trajetória do aluno e a linha que mostra onde ele precisaria estar para alcançar o objetivo no prazo, com uma leitura em texto claro do que os dados sugerem e do que avaliar com a equipe. O sistema recomenda; o profissional decide.

    Histórico de progresso de um aluno em leitura no Trylha PEI, com a trajetória acima da linha de meta, a leitura dos dados sugerindo que o critério do objetivo foi atingido, e a tabela de registros semanais.
  4. 4

    Relatório de progresso

    A cada bimestre, um relatório em PDF por aluno: de onde ele partiu, onde está, aonde vai, o gráfico do ano com o bimestre destacado, a leitura dos dados, as observações da equipe, os apoios em vigor e os próximos passos definidos pela escola. Pronto para a reunião com a família e para os profissionais que acompanham o aluno fora da escola.

    Tela do relatório de progresso bimestral no Trylha PEI, com o resumo da situação de cada objetivo do PEI e, para o objetivo de leitura, de onde o aluno partiu, onde está e aonde vai.

Reuniões atravessam as quatro etapas

O sistema gera a pauta, registra a ata e exporta tudo em PDF. O que foi combinado fica documentado, e não depende da memória de quem estava na sala.

Ata de reunião gerada pelo Trylha PEI, com os participantes presentes, a pauta, as notas da discussão, as decisões tomadas, os responsáveis e os prazos.

A cada bimestre, a escola tem o que mostrar.

O relatório de progresso reúne, por aluno, o que já foi registrado ao longo do bimestre: de onde ele partiu, onde está e aonde vai, em cada objetivo do PEI. Traz o gráfico do ano com o bimestre destacado, a leitura dos dados, quantos registros houve no período, as observações da equipe, os apoios em vigor e os próximos passos definidos pela escola.

Sai em PDF, pronto para a reunião com a família e para os profissionais que acompanham o aluno fora da escola. É o trabalho que a escola teria de fazer de qualquer forma, feito a partir do que já está no sistema.

Um padrão único, não um plano por sala

Todos os PEIs seguem a mesma estrutura, com objetivos escritos e medidos do mesmo jeito. A qualidade do plano deixa de variar conforme quem o escreveu, e o padrão permanece quando alguém da equipe muda de função ou deixa a escola.

Registro em segundos

Quem está com o aluno informa apenas o número, porque o objetivo já define o que está sendo medido. Contexto e observações ficam recolhidos, para quem quiser detalhar.

Toda a documentação reunida, aluno por aluno

Estudo de caso, PEI, atas de reunião e relatórios de progresso, exportáveis em PDF.

O que costuma preocupar quem decide.

"Minha equipe não vai usar."

É a razão mais comum para um acompanhamento morrer nas primeiras semanas. Por isso quem coleta o dado registra só o número, em segundos, sem precisar decidir como medir, porque essa definição já foi feita por quem escreveu o objetivo. E o teste de 14 dias serve exatamente para verificar isso com a sua equipe, nos seus alunos, antes de qualquer compromisso.

Tela de registro de progresso do Trylha PEI, com a data preenchida, dois campos para informar os acertos sobre o total e os detalhes opcionais recolhidos.

"Vou ter trabalho para implantar."

Não há implantação. A escola se cadastra, cria a conta com o CNPJ e começa a usar, sem taxa de implantação e sem agenda com consultor.

"E se eu parar de pagar?"

Os dados são da escola e podem ser exportados a qualquer momento, inclusive durante o período de somente-leitura. Após o cancelamento, a escola tem 30 dias para exportar tudo antes da eliminação.

Para escolas que precisam de um padrão comum, não de mais um documento.

O Trylha PEI foi feito para escolas com vários alunos de inclusão, onde o plano hoje é escrito de um jeito em cada sala e o acompanhamento depende de quem lembra de fazer. A escola toda trabalha no mesmo sistema: coordenação, professores regentes, profissionais de apoio e gestão.

Usuários ilimitados

Todo mundo que trabalha com o aluno acessa, sem custo por pessoa. O limite do plano é a quantidade de alunos ativos.

Aluno arquivado não ocupa vaga

Quando o aluno sai da escola ou encerra o atendimento, o histórico continua disponível e a vaga é liberada para outro.

Funciona no computador e no tablet

Nada para instalar. A equipe acessa pelo navegador, de onde estiver.

Um preço por escola, conforme o número de alunos ativos.

Usuários ilimitados em todos os planos, sem taxa de implantação. Todas as funções estão disponíveis em qualquer faixa. O que muda é quantos alunos de inclusão a escola acompanha ao mesmo tempo.

Alunos ativos: até 15

Plano anual, cobrado mensalmente

R$ 547

Mensal, sem compromisso

R$ 657

Alunos ativos: até 30

Plano anual, cobrado mensalmente

R$ 797

Mensal, sem compromisso

R$ 957

Alunos ativos: até 50

Plano anual, cobrado mensalmente

R$ 1.097

Mensal, sem compromisso

R$ 1.317

Alunos ativos: até 80

Plano anual, cobrado mensalmente

R$ 1.497

Mensal, sem compromisso

R$ 1.797

Alunos ativos: acima de 80

Plano anual, cobrado mensalmente

sob consulta

Mensal, sem compromisso

sob consulta

No plano anual, o compromisso é de 12 meses com cobrança mensal. No mensal, não há compromisso. Pagamento por boleto ou cartão, com nota fiscal no CNPJ da escola.

Acima de 80 alunos, ou ainda com dúvidas? Fale com nossa equipe.

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14 dias, todas as funções, sem cartão de crédito. Só o CNPJ da escola.

Teste com os seus alunos antes de decidir.

São 14 dias com todas as funções liberadas, para até 3 alunos. A escola escreve um estudo de caso real, monta um PEI, registra os primeiros dados e vê o sistema funcionando com o próprio caso, não com uma demonstração pronta.

Cadastro em minutos

Criar a conta, cadastrar a escola com o CNPJ e começar. Sem cartão de crédito, sem agenda com consultor.

Todas as funções

Estudo de caso, PEI, monitoramento, reuniões e relatórios. Nada bloqueado durante o teste.

Sem compromisso

Se a escola não contratar ao fim do teste, o acesso passa a somente-leitura por 15 dias, tempo para exportar o que foi feito.

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Construído por quem forma profissionais nessa área.

O Trylha PEI é um produto do IEAC, Instituto de Educação e Análise do Comportamento, que desde 2017 forma profissionais em análise do comportamento aplicada e neurodesenvolvimento no Brasil.

O sistema foi concebido por Michelli Freitas, pedagoga, psicopedagoga e analista do comportamento, com mais de dez anos de atuação em ABA e neurodesenvolvimento, certificada como Autism Specialist pelo IBCCES e como RUBI Certified Therapist, e mestranda em Educação por universidade norte-americana.

O que está dentro do sistema, a estrutura do estudo de caso, a forma de escrever objetivos mensuráveis, os métodos de medição e as regras de leitura dos dados, vem da legislação brasileira vigente e da literatura de monitoramento de progresso em educação especial. Não é um formulário digitalizado: é o método, disponível para a equipe em cada etapa.

Perguntas frequentes

Se a escola não contratar, o acesso passa a somente-leitura por 15 dias, tempo para exportar o que foi feito. Depois disso os dados são eliminados.

Quantas a escola quiser, em todos os planos. O limite é a quantidade de alunos ativos da faixa contratada.

Novos cadastros ficam bloqueados até a mudança de faixa. Alunos arquivados não ocupam vaga.

Não. A escola compartilha com a família os documentos em PDF: estudo de caso, PEI, atas de reunião e o relatório de progresso bimestral.

O Trylha PEI estrutura o estudo de caso e o Plano Educacional Individualizado.

Boleto ou cartão, com nota fiscal no CNPJ da escola. O acesso é liberado quando o pagamento é confirmado.

No anual, a escola assume um compromisso de 12 meses com cobrança mensal e preço menor. O compromisso se renova por mais 12 meses, com reajuste pelo IPCA acumulado na renovação e aviso por e-mail 30 dias antes. No mensal não há compromisso, e o preço é cheio.

Pelo atendimento, por WhatsApp ou e-mail. A escola usa até o fim do período pago e tem 30 dias para exportar tudo antes da eliminação dos dados.

O tratamento dos dados segue a LGPD, e a escola pode exportar tudo a qualquer momento. Os Termos de Uso, a Política de Privacidade e o Contrato de Tratamento de Dados estão disponíveis no rodapé.

Não. O sistema funciona no navegador, em computador ou tablet.

O sistema orienta cada etapa, com explicação do que é, quando usar e o que considerar em cada escolha. O teste de 14 dias serve para a equipe experimentar com um caso real.

Comece pelo primeiro aluno.

Em 14 dias a escola escreve um estudo de caso, monta um PEI e registra os primeiros dados, com a própria equipe e um caso real. Se fizer sentido, contrata. Se não, exporta o que fez e segue.

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14 dias, todas as funções, até 3 alunos. Sem cartão de crédito, só o CNPJ da escola.